sábado, 21 de Junho de 2014

Textos Críticos


Sobre "Matteo Perdeu o Emprego", texto de Pedro Mexia



Sobre "Canções Mexicanas", texto de Conceição Caleiro

segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013

Atlas do Corpo e da Imaginação


António Guerreiro: “Gonçalo M. Tavares vale por uma literatura inteira”

A Leya Buchholz (Duque de Palmela) foi o local escolhido para o lançamento de Atlas do Corpo e da Imaginação(Caminho) (...)
Depois de uma breve introdução por Zeferino Coelho, editor da Caminho, António Guerreiro partilhou a sua interpretação, demonstrando o entusiasmo sentido e o seu conhecimento sobre literatura. 
(...) António Guerreiro adjectivou o livro de “objecto singular com um título excepcional”.
A transversalidade da criação do escritor português levou o crítico literário a afirmar que Gonçalo M Tavares “vale por uma literatura inteira”, pois abarca todos os géneros literários, existentes ou ainda em potência. 
“«Atlas do Corpo e da Imaginação» é uma obra de arte total.”

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Por sua vez, Delfim Sardo interpretou o texto como um campo aberto de possibilidades. Há a demanda pela anterioridade: ao logos, à carne, ao pensamento, à linguagem. A textualidade presente é a de um trabalho filosófico com uma intensidade e espessura como raramente se tem visto na contemporaneidade.
Delfim Sardo aponta vários aspectos essenciais quando se refere ao pensamento/filosofia existente no texto: a metáfora como processo, a metáfora como método cognitivo e a possibilidade estética.
É um livro com várias camadas de interpretação, pois a ligação entre texto, fotografias, legendas e notas pode efectivar-se em várias combinações.
in Diário Digital



Atlas do Corpo e da Imaginação



Gustavo Rubim no Jornal Público (Ípsilon)

Quando soam lamentos pela nossa condição pós-crítica e, por outro lado, certos académicos sonham formatar a prosa de ideias ao molde universitário, este magnífico Atlas relança toda a plasticidade do ensaio - e da sua longa história desde Montaigne até Filomena Molder. A partir de uma tese de doutoramento se fez esta obra maior de um escritor que nunca pára de pensar e de ler. Contra a paragem, esta pergunta: "Que pode ainda descobrir quem conhece já o destino?"

Atlas do Corpo e da Imaginação


Filipa Melo no Jornal Sol

"São 32 títulos desde a estreia, em 2001, com Livro da Dança. Hoje, Gonçalo M. Tavares tem uma projecção e um impacto internacionais só comparáveis, entre os autores portugueses, aos do Nobel José Saramago e, postumamente, de Fernando Pessoa. Isto porque, programada desde o início, a sua obra, multíplice e desafiante, exprime uma verdadeira máquina de pensar e imaginar e de fazer pensar e imaginar. Um laboratório portátil de erudição e ficcionalização que o escritor passeia com originalidade pelo tempo, pela cidade e pelos géneros literários. Atlas do Corpo e da Imaginação, acabado de sair pela Caminho, é um hipertexto que liga ensaio, narrativa e imagem, uma cartilha da visão de M. Tavares sobre o homem, o corpo, o mal e o mundo."
http://sol.sapo.ao/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=94037


Sílvia Souto Cunha na Revista Visão

"Jorge Luis Borges gostaria da ambição, erudição, experimentação e mundividência deste Atlas do Corpo e da Imaginação. Superlativas classificações que paradoxalmente até aparentam ser camisas apertadas, gavetas liliputianas, para conter este inusitado novo livro de Gonçalo M. Tavares, 43 anos, um big bang cujos raios de luz disparam em muitas direções e a grande velocidade, abrindo-se a múltiplas leituras."

quarta-feira, 1 de Maio de 2013


quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

Article in the New Yorker - Jerusalem

New Yorker
OCTOBER 23, 2012

LOOK AT YOUR HANDS

POSTED BY 



hand.jpg
"When you first discover a writer who is unlike any you’ve read before—whose work seems at once to demand and to deny the possibility of contextualization—you tend to seek insights, in the writing itself, into where this strangeness and difference might be coming from. When I came to this passage in “Jerusalem” about Mylia’s way 
of touching things, I read it again and again, convinced 
that, in its oblique way, it revealed something essential 
about Tavares. There is an indecency to his writing, a 
strange and thrilling obscenity, that has to do with its 
way of handling things as though they were people, and 
people as though they were things."
"he has a gift—like Flann O’Brien or Kafka or Beckett—
for revealing the ways in which logic can be as faithful a 
servant of madness as of reason. "
"This alienated recognition—the way in which something 
unfamiliar and unsettling can seem to carry the aura
of irrefutable truth—is, for me, one of the hallmarks of 
serious art. His books may be bleak and unnerving, but
they are, for this reason, exhilarating in the way that only 
the work of a powerfully original artist can be."
Illustration by Seymour Chwast.

sexta-feira, 19 de Outubro de 2012



QUERIDO MANUEL ANTÓNIO PINA
QUERIDO MANUEL ANTÓNIO PINA
QUERIDO MANUEL ANTÓNIO PINA
QUERIDO MANUEL ANTÓNIO PINA



gmt

USA review - Neighborhood - Estados Unidos - os Senhores



Review by
M.A.Orthofer, 18 October 2012

"charming, clever, thoughtful, inspired literary variations"

in The Complete Review - A Literary Saloon and Site of Review

The Neighborhood at Amazon

quinta-feira, 4 de Outubro de 2012

"UMA VIAGEM À ÍNDIA" em FRANÇA

GONÇALO M. TAVARES ACLAMADO EM FRANÇA
http://bisleya.blogs.sapo.pt/279567.html 
Acabado de publicar em França (Éditions Viviane Hamy), o livro Uma Viagem à Índia (editado em Portugal pela Caminho),de Gonçalo M. Tavares está a receber da imprensa francesa um acolhimento entusiástico.
O Le Monde des Livres, que define Gonçalo M. Tavares como “prodígio da literatura portuguesa nascido em 1970”, afirma que este livro é “a grande epopeia dos nossos tempos” e “se impõe como uma das obras mais marcantes da literatura europeia recente”, um romance que relata “peripécias rocambolescas com o mesmo ritmo dos primeiros álbuns de Tintim e cujo conteúdo intelectual é tão denso como as Investigações Filosóficas de Ludwig Wittgenstein”.
Por sua vez, o jornal La Croix, depois de analisar em detalhe aquilo o que chama as “fulgurâncias” de Gonçalo M. Tavares – “a língua, os livros, o avanço e o refluxo do religioso, o ar, a água, os vegetais, as técnicas avançadas, as diferentes temporalidades, o desejo ou os instintos predadores” – conclui: “Gonçalo M. Tavares, pela graça da literatura, afirma o seu veto ao asselvajamento do mundo. Compôs, ordenadas em dez cantos prodigiosos mil cento e duas estrofes para conjurar a catástrofe”.
Para o Magazine LittéraireUma Viagem à Índia “é um grande livro. Sem dúvida, o mais ambicioso projecto da rentreé literária, tão rigorosamente insensato como perfeitamente realizado. O género de livro que se guarda mal terminada a leitura para nela mergulhar de novo com um prazer sensual ininterrupto.”
Também o Le Figaro Littéraire dá um grande destaque ao livro, afirmando que “esta Melancolia Contemporânea” é uma tragédia do homem só confrontado com o absurdo na grande cidade anónima”. E conclui: “Era preciso uma grande audácia ao escritor para se propor, de maneira pública e frontal, realizar uma obra-prima. Mas Tavares não tem apenas audácia. Com a sua mão segura, maneja firmemente o cinzel do artista.”
Para a revista LireUma Viagem à Índia,“misturando poesia, filosofia, harmonia, é um daqueles livros que nos deixa, ao terminar a leitura, cheios de uma felicidade que não sentíamos ao entrar nele”.
E para a Livres-Hebdo, trata-se de um “romance em fragmentos, em dez cantos e 1102 estrofes como o seu ilustre modelo” e que “com a sua tessitura e ritmo próprios este livro não se parece a ninguém senão ao grande Tavares”. O livro “desenvolve-se em versos que verdadeiramente o não são, em aforismos profundos e leves, em verdades tão definitivas como relativas”.
A forte instituição dos livreiros de França entusiasmou-se também com Uma Viagem à Índia. Na Librairie Mollat escreve-se que “Gonçalo M. Tavares é um génio, não é de mais insistir” e o livro Uma Viagem à Índia é “uma pedra fundamental no edifício da literatura mundial”, e na Librairie Traverse salienta-se que este livro leva Gonçalo M. Tavares ao panteão “do grandiosos escritores”.
Finalmente, o reputado crítico Pierre Assouline, membro do júri do Prémio Goncourt, interrogado por Olivier Claudon do semanário DNA, afirmou: “Mas o livro que mais me fascinou nesta rentreé é um livro estrangeiro que não pode por isso concorrer [ao Prémio Goncourt], chama-se Uma Viagem à Índia. É de Gonçalo Tavares, um romancista português.”
Uma Viagem à Índia está entre os oito nomeados para o Prémio Médicis Para Melhor Romance Estrangeiro em França, lista de qual faz também parteO Arquipélago da Insónia, de António Lobo Antunes, e Gonçalo M. Tavares participa, por estes dias, na feira de Livro de Estocolmo, onde apresenta a tradução sueca de O Bairro, na editora Tranan.

terça-feira, 2 de Outubro de 2012

Llansol, Ruy Belo e Gonçalo M. Tavares

Na Universidade Federal do Paraná, em 8 de Outubro, um triângulo de escrita português. 

O Centro de Estudos Portugueses do Departamento de Linguística, Letras Clássicas e Vernáculas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba (Brasil) organiza no dia 8 de Outubro uma sessão em torno da Obra destes três autores portugueses, com participação dos professores e escritores Júlia Studart, Davi Pessoa e Manoel Ricardo de Lima.
 
http://espacollansol.blogspot.pt/2012/10/llansol-ruy-belo-goncalo-m.html

quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

Viagem à Índia - Le Monde





Capa de Le Monde des Livres, Le Monde, 14 Setembro 2



Alexandre Lacroix
journaliste et écrivain

Cahier du « Monde » N˚ 21042 daté vendredi 14 septembre 2012 - 

Essayez d’imaginer un roman qui enchaîne les péripéties drolatiques au même rythme qu’un des premiers albums de Tintin, et dont le contenu intellectuel soit aussi dense que les Recherches philosophiques de Ludwig Wittgenstein. Impossible? C’est pourtant l’exploit que vient d’accomplir, avec Un voyage en Inde, Gonçalo M. Tavares, prodige de la littérature portugaise né en 1970. Comment s’y est-il pris ? A l’origine de ce roman, qui s’impose comme l’une des œuvres les plus marquantes de la littérature européenne récente, il y a un défi : Tavares a voulu écrire une épopée, 
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L’œuvrede Tavaresne ressemble à rien de connu, ni dans la tradition portugaise, ni ailleurs. C’est que l’auteur possède une définition spéciale, balistique, de la littérature: un écrivain « veut seulement (…) queses phrasessoientfaites d’une substance qui ne s’évapore pas lentement jour après jour » (Chant III, 2). En d’autres termes, écrire revient à lancer des phrases-projectiles dans l’espoir de traverser le mur du temps. Voilà qui motive l’extrême concision du style de Tavares. Afin que ses romans résistent au temps, l’auteur les déleste de toute allusion à l’actualité. Ainsi, il ne s’intéresse pas aux réalités concrètes, mais à quelquechose de plus durable : nos vérités. 012

Texto revista Bravo, Brasil




Sobre Joseph Walser's Machine, edição americana

Joseph Walser's Machine is a fascinating and beautifully written character-study from Tavares' 'Kingdom'-reality. With much that is simplified and reduced to a basic, mechanical level it has the feel of an exercise in parable -- and it also feels like a piece of a larger picture (as, as a volume in a multi-volume series, it is). A very good piece of work -- and the best starting point into Tavares' 'Kingdom'-books (of the ones available in English). 

- M.A.Orthofer, 6 May 2012

terça-feira, 18 de Setembro de 2012

Jerusalém, Grécia

Texto sobre a europa - Grécia.

Texto sobre a europa no site protagon.gr - Grécia.

Jerusalém, Grécia

Crítica de Jerusalém no semanário grego Pontiki: "um olhar inovador na literatura"

sobre a edição de O Bairro no México e na Argentina


Su escritura reúne, como pocas, una imaginación desbordada, una prosa elegante, eficaz y una tremenda originalidad. 
Sergio Pitol

Leituras na Alemanha

 Frankfurter Rundschau 12-06-2012

sexta-feira, 14 de Setembro de 2012

Gonçalo M Tavares by Richard Simas

Gonçalo M Tavares Richard Simas Comunidades
Contemporary Portuguese writer Gonçalo M Tavares is a literary figure of international prominence as well asa professor of scientific theory at the ...
June 2012

JERUSALEM - Turkish cover

Capa Turquia Jerusalém 2012

Viagem à Índia - França



On ne saurait trop insister : Gonçalo M. Tavares est un génie ! José Saramago, Enrique Vila-Matas, Alberto Manguel et bien d’autres encore ne cessent de souligner son talent, et ils ont raison ! Si chaque nouvelle traduction française est pour nous l’occasion de renouveler nos éloges à l’égard de ce jeune écrivain prodigieux, la parution de son nouveau roman, Un voyage en Inde (sortie le 13 septembre aux éditions Viviane Hamy) ne constitue rien de moins qu’un bel événement éditorial.
Une fois n’est pas coutume, parce qu’elle n’est pas anodine et pourrait – à tort – sembler ardue, nous commencerons par dire quelques mots au sujet de la forme choisie pour ce roman. Tout comme Laurent Mauvignier avait repris le cadre du monologue de Koltès La nuit avant les forêts pour son texte Ce que j’appelle oubli, Tavares a utilisé le squelette des Lusiades. Ecrit au XVIe siècle par Luis de Camões, ce long poème composé de dix chants retrace la découverte des Indes par Vasco de Gama. Mais nous tenons ici à vous rassurer : en dépit de ses intimidantes apparences, le texte de Tavares demeure d’accès relativement aisé. Quelques cinq siècles plus tard, Bloom (bel hommage à James Joyce) effectue lui aussi un périple qui devrait l’amener de Lisbonne à l’Inde, sauf que notre homme opte pour la voie terrestre (à quelques aériennes exceptions près) au détriment de la voie maritime. Persuadé que sa destination nécessite une préparation préalable, il prend effectivement le parti de ne pas se presser, passant ainsi par Londres, Paris, Vienne, Prague et Berlin, où il sera tantôt malmené, tantôt traité avec égard. Si la quête spirituelle de notre anti-héros ne vise rien de moins que la sagesse, il faut bien admettre qu’il n’est pas au bout de ses peines.
Parsemé de références mythologiques, bibliques et littéraires, Un voyage en Inde est un chef d’œuvre d’érudition et de poésie qui n’est pas sans questionner l’évolution de nos sociétés et la place de l’écrivain – du poète – en leur sein. Les pérégrinations de son personnage aussi nihiliste que mélancolique, dont l’histoire personnelle n’a rien à envier aux plus grandes tragédies grecques, sont autant d’occasions pour l’auteur de poursuivre son exploration de ses thèmes de prédilection, notamment la modernité, le langage ou encore la malignité. Parfois un brin sibyllines, toujours peaufinées à l’extrême, ces réflexions ont une dimension jubilatoire indéniable. Vous l’aurez aisément compris, une telle démonstration d’inventivité est un trésor qui recèle de richesses infinies dont il faut bien admettre qu’une lecture unique ne saurait suffire. N’ayons pas peur des mots, ce Voyage en Indes’impose non seulement comme un livre incontournable de la rentrée, mais surtout comme un roman magistral grâce auquel son auteur ajoute une pierre de taille à l’édifice de la littérature mondiale.
F.A.

Senhores, Suécia

Capa O bairro - edição Tranan, Suécia


Texto no DIE ZEIT, sobre Lisboa

Die Zeit 19-04-2012

quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

Texto no Die Zeit sobre a Europa

Die Ziet 16-08-2012

Sobre edição alemã de "Jerusalém"

 "Junto a José Saramago e António Lobo Antunes, a literatura portuguesa contemporânea oferece-nos com Gonçalo M. Tavares mais um nome de primeira categoria"
Neue Zürcher Zeitung. da edição alemã de "Jerusalém"


 From german-swiss-paper Neue Zürcher Zeitung.
9-05-2012

domingo, 14 de Agosto de 2011

UMA VIAGEM À ÍNDIA

- Prémio Fernando Namora/Casino Estoril 2011

- Grande prémio Romance e Novela, Associação Portuguesa de Escritores

- Prémio Melhor Narrativa Ficcional, 2010 da Sociedade Portuguesa de Autores

- Prémio Especial de Imprensa, Ler/Booktailors - Melhor Livro 2010

- Premiado no Portugal Telecom (Brasil, 2011)

- Prémio Fundação Inês de Castro




Sobre Uma Viagem à Índia

Discurso do Presidente da República - na atribuição do Prémio

http://www.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=4&t=Uma-Viagem-a-India-de-Goncalo-M-Tavares-vai-ser-uma-referencia-na-literatura-mundial-diz-membro-do-juri-da-APE. rtp&article=455419
Viagem

sábado, 16 de Julho de 2011

TEXTOS - ENTREVISTAS

ENTREVISTAS







TEXTOS









SITE



TEATRO-DANÇA













Teatro, Brasil, O Bairro - Curitiba, Narrativas do Século XX, Thomas Bernhard e Gonçalo Tavares


ARTES PLÁSTICAS



Obras de Pintura inspirados em "Uma Viagem à índia", Galeria-Livraria Ao Pé das Letras